O caso envolve um casal que vive em união homoafetiva desde setembro de 2020 e oficializou o casamento civil em junho de 2025. Com o desejo de formar uma família e sem condições financeiras para custear um tratamento em clínica especializada, as duas optaram pela inseminação artificial caseira. O procedimento resultou no nascimento da filha, em outubro de 2025.
Justiça reconhece dupla maternidade após inseminação caseira em MS
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