Peixes ornamentais são usados no combate a dengue

- 27/05/2015 - 0:00 | 0 comentários
Saúde


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Moradores de Ipameri, no sudeste goiano, contam com um novo apoio no combate à dengue: o peixe lebiste. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele come as larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.
“Onde há a presença do lebiste a gente não encontra nenhuma larva tanto do mosquito da dengue como também de outros insetos”, explica o gerente de endemias no município, Fabiano da Silva.
O peixe vive em represas, mas sobrevive por mais de 10 anos em tanques e até em caixas d’água. “O agente passa, faz o levantamento, onde tem esse depósito fixo a gente vai lá e coloca o peixe que a gente acaba com o problema tanto do morador quanto com o nosso no combate a dengue”, afirma da Silva.
O combate ao mosquito transmissor em Ipameri conta com o apoio da comunidade, principalmente de estudantes. Escolas participam de uma gincana que premia os alunos e as unidades de ensino que mais recolhem materiais propícios para a reprodução do mosquito.
A competição acontece durante todo o ano. Em 2014, os alunos recolheram 12 toneladas de plástico. Luiz Felipe, de 7 anos, foi o estudante que mais colaborou com a campanha. Por isso, ele ganhou uma bicicleta. “A gente ajuda para ninguém pegar dengue”, diz.
Coordenadora do projeto, Terezinha de Souza destaca a relevância do projeto para evitar a proliferação do mosquito. “Sabemos da importância desse material ser coletado de maneira certa e também de dar o destino certo”, diz.

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