Desde então, quase não saiu de casa. Em cerca de três anos, Nilson calcula ter rodado menos de 100 quilômetros com o Opala. Ele cuidava pessoalmente do abastecimento, dos pneus e da limpeza. Um dos filhos chegou a dirigir o carro algumas vezes, mas, na maior parte do tempo, ele permanecia guardado.
A saga do Opala furtado: aposentado reencontra ‘diamante’ após 35 dias
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