
Suspeito jogou o corpo do animal em área de mato no quintal e negou as acusações à polícia
Geraldo Donize Rodrigues, de 63 anos, foi preso na noite desta quarta-feira (17), após matar um filhote de pitbull com golpes de faca. O caso ocorreu na Rua Sebastião Delalibera, no Jardim Carisma, em Dourados, a 251 quilômetros de Campo Grande.
Geraldo Donize Rodrigues, de 63 anos, foi preso em Dourados após matar um filhote de pitbull com golpes de faca. Uma testemunha flagrou o idoso com o animal e a faca nas mãos. Ele jogou o corpo do filhote em área de mato no quintal e negou as acusações à polícia. Uma faca foi encontrada no imóvel e reconhecida como a usada no crime. Geraldo foi levado à delegacia algemado devido ao seu comportamento.
Conforme o boletim de ocorrência, o animal era pequeno, de cor escura e da raça pitbull com fila. A Polícia Militar foi acionada e, no local, testemunhas relataram que os fatos ocorreram entre 19h e 20h.
Após o ataque, o idoso jogou o corpo do animal em uma área de mato dentro do próprio quintal. Ele mora no mesmo terreno onde aluga duas casas do tipo kitnet.
Uma das testemunhas contou que chegou à residência e ouviu os gemidos do animal. Ao usar a lanterna do celular para verificar o quintal, viu Geraldo segurando uma faca em uma das mãos e o filhote na outra, enquanto desferia novos golpes.
Ao ser questionado, o idoso teria arremessado o animal aos pés da testemunha e, ainda com a faca em punho, se aproximado dizendo: “Tá aí seu animal, agora pega essa faca e me mata”. A testemunha relatou ter ficado abalada e chorado após a cena.
Quando os policiais chegaram ao local, Geraldo foi encontrado dentro da residência e chamado para apresentar sua versão. Ele negou as acusações e também se recusou a informar onde estaria a faca usada no ataque, afirmando que tinha várias facas em casa.
Durante verificação no imóvel, uma faca foi localizada e reconhecida por uma das testemunhas como o objeto usado contra o animal.
Geraldo foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis. Segundo o registro, ele não apresentava lesões. O uso de algemas foi necessário devido ao seu comportamento durante a abordagem.
As testemunhas também foram encaminhadas para orientação. O corpo do animal permaneceu no local, e a retirada ficaria sob responsabilidade posterior de uma delas.
